80 crianças já morreram após visitar a casa deste homem, mas ele faz isso por ter um bom coração.

Mohamed Bzeek é um homem surpreendente que dá conforto há várias crianças no momento mais difícil de sua vida

Com esse título, você deve estar pensando que essa é uma matéria sobre algum caso policial, onde um homem psicopata ou pedófilo, que vive sozinho no mundo, atrai criancinhas indefesas para a sua casa, onde as violenta, tortura e depois as mata. No entanto, felizmente essa história não é sobre pessoas ruins, que vemos todos os dias estampadas nos jornais, mas sim, sobre um bom homem, de coração enorme que faz algo que você nunca pensou que pudesse existir.

Esse homem se chama Mohamed Bzeek e o trabalho comunitário que ele faz está comovendo milhares de pessoas pelo mundo todo, agora que um canal de notícia contou a história da vida deste rapaz. Realmente as crianças que vão até sua casa, acabam falecendo, mas o que ele faz por elas é algo incrível e emocionante. Mohamed pega as crianças que são levadas até ele, coloca em seus braços e tenta, da maneira melhor possível, oferecer carinho, conforto e tranquilidade no momento de sua morte.

É isso mesmo que você acabou de ler, seu trabalho social é deixar que crianças morram em seus braços. Agora você deve estar se perguntando, “da onde surgiu essa idéia?”, Mohamed contou que quando ele tinha 62 anos, foi diagnosticado com câncer, e como sua mulher já havia falecido e seu único filho é deficiente, ele precisou enfrentar todo o terrível tratamento sozinho, e até o medo da morte, sem ninguém apoiá-lo. Quando recebeu a cura foi que ele percebeu que poderia ajudar outras pessoas que estavam desamparadas nesse momento tão difícil.

Ele decidiu então montar um projeto, no qual ele abraçaria e daria carinho e conforto para crianças em estado terminal, que foram abandonas e não possuem alguém, para estar ao seu lado nesse momento do fim da vida.

A história de Mohamed é realmente emocionante e ele merece grande reconhecimento por tamanho bem que já fez por essas crianças desamparadas.

 


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